quarta-feira, 26 de novembro de 2014

História da Educação - Semana 6

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=j72-q8PcO64
Aula 24
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Yz5WuZ7iG_g
Aula 23
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=mf76E7MyakY
Aula 22
https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=pyYUxghm3Ws
Aula 21

História da Educação 

Aulas 21 à 24


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A inclusão do “diferente” nas salas de aula regulares, A feminização do magistério, A profissionalização e a formação dos professores no Brasil

RECOMENDAÇÕES GERAIS SOBRE PORTFÓLIO

Procure imagens e textos que versem sobre a profissão docente em seus diferentes níveis de ensino e em períodos distintos. Selecione alguns desses materiais e escreva um texto no qual teça comentários acerca de possíveis diferenças nos modos como os professores são representados procurando identificar aspectos que sejam exemplares do que se discutiu nas aulas, tendo como subsídio para a escrita as videoaulas, os materiais de aula e de apoio. O documento que deverá fazer parte do seu portfólio deverá conter a seleção e as fontes dos materiais analisados e o comentário produzido, além das referências bibliográficas.



A Profissão Docente


A figura do professor passou por várias fases. Tivemos os primeiros professores das escolas brasileiras, os padres jesuítas; depois num segundo momento, a função de lecionar se transformaria na função de outras pessoas que se propunham a compartilhar o seu conhecimento, mesmo que algumas vezes, esse conhecimento fosse limitado. Mais tarde, profissionais mais capacitados assumiriam esta tarefa. Até que no século passado houve um processo de especialização e a docência tornou uma profissão.
Além da questão da especialização, tivemos períodos nos quais a tarefa de ensinar era dominada pelos homens, outros períodos mais recentes em que a profissão foi dominada pelas mulheres. Sem contar, os períodos que havia distinção de gêneros e havias salas de aulas para homens e mulheres em separados, e consequentemente os professores também eram designados pelo seu sexo e não pela sua capacidade profissional. 
Os docentes também tiveram períodos nos quais eram o centro da educação, tinham o status de detentores do conhecimento; e suas decisões e métodos de trabalho eram inquestionáveis. 

Muita coisa mudou e o docente se profissionalizou, passou a ter mais importância não aquele profissional que detém o conhecimento, mas aquele que procura sempre se atualizar e estar abertos à mudanças, a permitir a participação dos alunos, incentivar os estudantes nas suas descobertas e a promover uma escola com ações mais participativas. Ou seja, o docente tem agora o papel de promover a descoberta do conhecimento, nem processo de educação onde o foco é o próprio aluno e sua integração com a escola e a comunidade. 

Nas fotos abaixo, podemos destacar alguns docentes e escolas que estão totalmente integrados neste novo conceito:



Comunidade Quilombola

 

Fonte: FotosPublicas.com
O professor Solon da Nóbrega não nasceu em uma comunidade quilombola, mas desde 1997 se dedica a esse trabalho. Ele é responsável pela formação técnica no Centro de Alternância Ana Moreira. Este ano, desenvolveu o projeto Coisa de Preto, levando a dança, a religiosidade e a cultura afrodescendente para a sala de aula. O projeto será permanente e o objetivo é aumentar a autoestima dos alunos e resgatar a cultura que está se perdendo.




Aulas para Presos

 

Fonte: FotosPublicas.com
Policiais na porta da sala de aula, portões trancados e muros altos. Esse é cenário das aulas aos adolescentes que cumprem medida socioeducativa na Unidade de Internação de Planaltina. O professor Alan é um dos 5.036 educadores que dão aulas a pessoas privadas de liberdade em todo o país, conforme determinação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.




Inclusão nas Salas de Aula


Fonte: FotosPublicas.com
As dificuldades que enfrentou na escola por ser surda despertaram o interesse de Adriana Gomes Batista em seguir o magistério para tornar mais fácil o aprendizado de crianças na mesma condição. Atualmente, ela é professora da rede pública de ensino do Distrito Federal e dá aulas na Escola Bilíngue Libras e Português Escrito.





Aulas concebidas de acordo com a comunidade

 

Fonte: FotosPublicas.com
No quadro-negro da sala de aula da professora Elieth Portilho estão fotos de pássaros e frutas do Cerrado. As cartilhas falam de temas rurais e práticas do campo e foram elaboradas pela professora e os alunos. É com esse material que ela alfabetiza as crianças no Centro de Ensino Fundamental Pipiripau 2, localizada em um núcleo rural em Brasília.




Aprendendo fora da sala de aula 

 

Fonte: FotosPublicas.com
Crianças têm aula de sustentabilidade em Curitiba. Aproximadamente 30 alunos do 5º ano do ensino fundamental do Centro de Educação Integral Professora Tereza Matsumoto, no bairro Hauer, tiveram uma aula diferente. Eles passaram por uma vivência ao ar livre, no bosque Reinhard Maack, onde puderam ver de perto o que já haviam aprendido em sala de aula.




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